{"id":307,"date":"2017-06-18T11:34:43","date_gmt":"2017-06-18T11:34:43","guid":{"rendered":"http:\/\/espiritualidade.carmelitas.pt\/boletim\/?p=307"},"modified":"2017-06-18T11:34:43","modified_gmt":"2017-06-18T11:34:43","slug":"canonizacao-da-beata-maria-de-jesus-crucificado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espiritualidade.carmelitas.pt\/boletim\/canonizacao-da-beata-maria-de-jesus-crucificado\/","title":{"rendered":"Canoniza\u00e7\u00e3o da Beata Maria de Jesus Crucificado"},"content":{"rendered":"<p class=\"p2\">A Carmelita Beata Maria de Jesus Crucificado, Mariam Baouardy (1846-1878), ser\u00e1 canonizada a 17 de Maio de 2015 em Roma. Mariam nasceu a 5 de Janeiro de 1846, em Ibillin (Galileia) numa fam\u00edlia de rito greco-cat\u00f3lico. Com apenas 3 anos perdeu o pai e a m\u00e3e, ficando ao cuidado de um tio.<\/p>\n<p class=\"p2\">Aos 8 anos parte para Alexandria. Passado 4 anos, descobre que o seu tio tem inten\u00e7\u00f5es de a casar e recusa a proposta. Um criado tenta persuadi-la a se converter ao Isl\u00e3o, mas de novo negou. Encolerizado, o homem corta-lhe a garganta. Acordou numa gruta ao lado de uma jovem que parecia ser uma religiosa. Durante quatro semanas, ela cuida, alimenta e instru\u00ed Mariam.<\/p>\n<p class=\"p2\">Em 1865 entra em contacto com as Irm\u00e3s de S\u00e3o Jos\u00e9 da Apari\u00e7\u00e3o em Marselha onde esteve 2 anos, entrado em 1867 no Carmelo de Pau. Ap\u00f3s 3 anos, em 1870, parte com um pequeno grupo de irm\u00e3s para fundar o primeiro mosteiro de carmelitas na \u00cdndia, em Mangalore. Em 1876 funda o Carmelo de Bel\u00e9m e em 1878 um Carmelo em Nazar\u00e9. De volta a Bel\u00e9m, quando leva algo para beber aos trabalhadores, Mariam cai de uma escada e parte um bra\u00e7o e morre poucos dias depois, a 26 de Agosto de 1878, aos 32 anos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Carmelita Beata Maria de Jesus Crucificado, Mariam Baouardy (1846-1878), ser\u00e1 canonizada a 17 de Maio de 2015 em Roma. Mariam nasceu a 5 de Janeiro de 1846, em Ibillin [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[13],"tags":[],"class_list":["post-307","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-divulgacao","et-doesnt-have-format-content","et_post_format-et-post-format-standard"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espiritualidade.carmelitas.pt\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/307","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/espiritualidade.carmelitas.pt\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espiritualidade.carmelitas.pt\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espiritualidade.carmelitas.pt\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espiritualidade.carmelitas.pt\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=307"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/espiritualidade.carmelitas.pt\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/307\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":308,"href":"https:\/\/espiritualidade.carmelitas.pt\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/307\/revisions\/308"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espiritualidade.carmelitas.pt\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=307"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espiritualidade.carmelitas.pt\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=307"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espiritualidade.carmelitas.pt\/boletim\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=307"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}